Drones FPV

Montar quads, ajustar e vídeos de voo.

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ShramkoGSFPV : un simulateur FPV gratuit qui tourne dans le navigateur

Encore un simulateur FPV ? Oui, mais celui-là donne vraiment envie d'essayer. ShramkoGSFPV est l'œuvre d'Andrii Shramko, un développeur polonais, et il coche plusieurs cases d'un coup : il est gratuit, il fonctionne directement dans le navigateur (Chrome de préférence), il est open source et il s'appuie sur des décors en Gaussian Splatting, une technique de modélisation 3D qui permet d'afficher des environnements complexes de façon fluide.

Les terrains de jeu viennent de SuperSplat (https://superspl.at), où des passionnés partagent leurs scans 3D — il y en a plus de 1 300. On passe d'un environnement à l'autre avec la touche N, et on peut même y déposer son propre scan. Le revers de la médaille : ces modèles sont parfois incomplets et n'ont souvent pas de notion de murs. Si la scène paraît trop étroite ou trop vaste, il suffit de mettre en pause et d'ajuster sa taille.

Côté pilotage, on se retrouve aux commandes d'un nano racer façon BetaFPV (plusieurs modèles de la marque sont proposés, même si l'auteur précise n'avoir aucun lien avec elle). Les réglages sont étonnamment complets : radio EdgeTX branchée en USB, mode 1 ou mode 2, tous les sticks et boutons configurables, vol en Acro ou en modes stabilisés, FOV et inclinaison de la caméra, physique du drone, PID et rates façon Betaflight. Sur certaines scènes (avec l'accord de leurs auteurs), on peut même enregistrer ses vols.

Les premiers retours sont bons : ça tourne de manière fluide sur un Mac Mini M2 comme sur un PC un peu vieillissant. L'interface n'est pas encore traduite en français, mais pour un outil gratuit et sans téléchargement, c'est une belle façon de s'entraîner entre deux sessions sur le terrain. À tester ici : https://gsfpv.flyreelstudio.eu/en/

Source : Helicomicro
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Como entrar no mundo dos drones FPV: do Cetus Pro ao Avata 2, minhas dicas de compra

Quando vi aqueles vídeos em primeira pessoa atravessando prédios e passando por baixo de pontes, soube que mais cedo ou mais tarde ia entrar no mundo dos drones FPV. Isso não tem nada a ver com um drone comum de filmagem aérea: o drone de filmagem busca “imagens estáveis”, o drone FPV busca “voar com adrenalina”. Sem “funções de babá” como pairar por GPS e desvio de obstáculos, ganha-se em troca muito mais manobrabilidade e um ponto de vista muito mais emocionante. Em 2025 virou modalidade dos Jogos Nacionais da China e, em 2026, entrou nos Jogos Mundiais — o interesse realmente decolou.

Mas a primeira armadilha para iniciantes é escolher o drone. Meu conselho é não começar comprando algo caro. Com um orçamento abaixo de ¥1.500, o BetaFPV Cetus Pro (a partir de cerca de ¥658) é um kit de entrada muito bem acabado: vem com drone, rádio e óculos, e a estrutura com protetores de hélice faz com que ele apenas quique ao bater, então é bem seguro para treinar dentro de casa. Ele ainda tem uma progressão de dificuldade em três níveis: modo N com altitude fixa, modo F estabilizado e modo M totalmente manual — perfeito para ajudar você a passar do “câmbio automático” para o “câmbio manual”.

Se o orçamento for folgado e você não quiser se complicar com solda e ajuste de parâmetros, o DJI Avata 2 é o topo entre os prontos para voar: transmissão digital O4 com 24ms de latência, imagem em 1080p e, com o controle por movimento, dá para pegar o jeito em cinco minutos. Se você quer a experiência do DIY mas tem medo do ferro de solda, dê uma olhada em kits modulares como o SpeedyBee Bee25, que se montam como Lego.

Sobre a transmissão de vídeo, pense bem antes: iniciantes devem ir direto para a transmissão digital e não deixar os 200ms de latência e a imagem de 480p da transmissão analógica estragarem a primeira impressão — esse não é o verdadeiro nível do FPV, é o equipamento atrapalhando. Tenha também várias baterias extras, já que drones FPV costumam voar só 4–8 minutos.

Uma última dica sincera: antes de fazer o pedido, compre um simulador e treine umas dez horas, para ter certeza de que você aguenta a curva de aprendizado do controle totalmente manual, e só então decida gastar. Eu mesmo comecei pelo simulador e depois passei para o drone de verdade, e isso me poupou muitos tropeços.

Fonte: IT168
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O FPV de 5 polegadas mais barato de 2026: o build de US$ 100 acabou

Oscar Liang atualizou suas listas de peças de baixo custo para um drone FPV de 5 polegadas, e a manchete é meio triste: dois anos atrás, um build por volta de US$ 100 ainda era realista, mas este ano a lista completa mais barata que ele consegue montar custa cerca de US$ 170.

Esse build de US$ 170 (frame, controladora de voo F405 com ESC de 60 A, motores 2207 de 1950 KV, VTX de 800 mW com câmera, receptor ELRS genérico de 2,4 GHz, bateria LiPo 6S e hélices) foi escolhido apenas pelo preço. Ele deixa claro que não se deve esperar a mesma qualidade, confiabilidade ou consistência das marcas consolidadas.

Para quem se importa mais com desempenho, ele apresenta um build de US$ 250: frame Source One, stack Taker F405, motores Axisflying, VTX SpeedyBee TX800, câmera Foxeer Razer Micro e receptor Bayck ELRS, cerca de US$ 256 no total. Ele usa vídeo analógico para manter os custos baixos, mas o frame e a eletrônica deixam espaço para um sistema digital no futuro. Também sugere extras baratos necessários para começar a voar: um rádio RadioMaster Pocket, óculos VR04 e um carregador SkyRC B6Neo.

A parte mais útil, na minha opinião, é a seção Build vs. Buy. Se você não se sente seguro com solda, um quadricóptero pronto para voar pode sair mais barato do que montar o seu: ele aponta o GEPRC Vapor X5 Analog por US$ 236,99, que fica abaixo da lista de peças de US$ 250. Montar ainda ensina muito, mas é bom ver uma observação honesta de que nem sempre é o caminho mais barato.

Os preços mudam com as taxas de câmbio e as promoções, e ele lembra que vale a pena olhar as ofertas da AliExpress se você conseguir esperar de duas a três semanas pela entrega.

Fonte: Oscar Liang
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Ideias de FPV que sumiram discretamente (e que talvez mereçam voltar)

Oscar Liang acaba de publicar uma lista divertida de tendências do FPV que nunca se tornaram mainstream, e ler foi como uma viagem pela história do hobby. O ponto dele é que desaparecer não significa que a ideia era ruim. Às vezes a tecnologia simplesmente seguiu outro caminho, ou uma solução mais barata venceu.

Pense nos suportes de motor inclinados, de por volta de 2014 e 2015. Calços sob os motores os inclinavam para a frente, para que o quad não precisasse arrebitar tanto em alta velocidade, o que também podia reduzir o arrasto. Os frames ficaram mais leves e os pilotos se acostumaram com ângulos de câmera mais inclinados, então o hardware extra deixou de compensar. As placas inferiores PDB personalizadas para frames como o ZMR250 deixavam as montagens bem limpas, mas só serviam para alguns poucos frames, e as FCs modernas e os ESCs 4 em 1 já integram a maior parte disso.

Os motores com montagem macia foram um grande assunto por volta de 2017, quando o ruído do giroscópio era uma preocupação real. Eles acrescentavam peso e parafusos soltos, e o que realmente os acabou foi os fabricantes de FC montarem o giroscópio ou a placa inteira de forma macia, além da filtragem bem melhor do Betaflight. Os espaçadores de náilon deveriam funcionar como fusíveis mecânicos numa queda, mas às vezes quebravam em tombos leves, então o metal venceu.

Minha favorita da lista é a Chickadee Polystack, de 2016, uma controladora de voo modular, empilhável e de código aberto, em que você adiciona apenas os módulos de que precisa, quase como Lego. Ela perdeu porque módulos custam dinheiro e espaço, enquanto as FCs comuns continuavam acrescentando OSD, BEC, memória de caixa-preta e mais UARTs em uma placa barata. A lista também cobre câmeras FPV estereoscópicas 3D, braços com inclinação por servo, pilhas de 16x16 mm e hélices de 4 a 6 pás em quads de 5 polegadas.

Pessoalmente, a ideia da FC modular é a que mais me interessa revisitar, mesmo que a economia nunca tenha fechado.

Fonte: Oscar Liang
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Montar um quad reserva resistente: lista de peças e etapas de montagem

Quem voa FPV sabe que a questão não é se você vai cair, e sim quando. Por isso achei válido o guia de montagem em holandês publicado pela Zelpio no fim de junho de 2026. Ele mostra como montar um quad reserva sólido, capaz de aguentar pousos bruscos.

A lista de peças é esta. O frame é o IT'S FPV ERA, com espaçadores integrados, uma cobertura que serve ao mesmo tempo de suporte para a câmera e de para-choque, e uma seção de braços com trava central. Os motores são os T-HOBBY 2306.5 1750KV, desenvolvidos junto com a IT'S FPV e feitos para 6S. A controladora de voo é a KISS FC Ultra, com o ESC Voltara como parceiro plug-and-play. Para o vídeo há um DJI O4 Pro, e para o enlace um receptor TBS Crossfire com um transmissor TBS Tango 2. Segundo o guia, para 6S o cabo de 14 AWG basta na alimentação.

A ordem de montagem me pareceu lógica. Primeiro os motores, com Loctite nos parafusos para resistir à vibração. Depois instalar cedo o transmissor de vídeo e passar o cabo da câmera antes de colocar o stack. O stack é montado de baixo para cima: ESC, amortecedores macios e, por último, a controladora de voo, para que a vibração não chegue ao giroscópio. Na solda, primeiro estanhe as pastilhas e, se necessário, pré-aqueça. O receptor e o buzzer recebem alimentação própria, o que ajuda a encontrar um quad perdido.

Em seguida vem a configuração: instalar o firmware mais recente pela KISS GUI no navegador, usar os presets recomendados como ponto de partida e ajustar rates e chaves ao seu gosto. Ative o Launch Mode e o Turtle Mode e confira o sentido de giro dos motores na aba Data Output antes de decolar. Um motor girando ao contrário pode ser invertido com o ESC Flasher.

Para constar: a página tem links de afiliado para a Amazon, e as alegações de desempenho não são sustentadas por dados de teste. Ainda assim, como lista de peças e sequência de montagem, é um bom ponto de partida para mim.
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Campeonato de Drones TEKNOFEST, segunda etapa: 24 pilotos na pista de Batman

Encontrei uma boa notícia do mundo das corridas FPV. A segunda etapa do Campeonato de Drones TEKNOFEST 2026 aconteceu nos dias 5 e 6 de setembro, na pista de atletismo de Batman. A competição é organizada pelo Ministério da Indústria e Tecnologia e pela Fundação T3, e a execução fica a cargo da STM.

Os números chamam a atenção. Este ano, 847 equipes se inscreveram, e 24 pilotos que concluíram o processo, vindos de nove províncias, conquistaram o direito de competir na segunda etapa. Cada piloto voa individualmente com um drone de corrida FPV, e a avaliação considera tempo, velocidade, agilidade e sucesso na transposição de obstáculos.

O programa se estende por dois dias. No primeiro, há um briefing para os pilotos e uma orientação de segurança, seguidos das voltas de classificação e dos grupos eliminatórios; as rodadas eliminatórias da noite definem quem avança para a final do segundo dia. No segundo dia, as eliminatórias continuam, depois vêm as rodadas finais, e o evento termina com a cerimônia de premiação. Os três primeiros pilotos recebem, respectivamente, 40.000, 30.000 e 20.000 liras turcas.

O que mais me interessou foram as regras técnicas, que são uma boa referência para quem pensa em montar um quadricóptero de corrida. O diâmetro do chassi deve ficar entre 180 e 250 mm, a bateria pode ter no máximo 6S (22,2 V), e o chassi precisa ser de fibra de carbono. O vídeo é apenas analógico, e sistemas HD não são permitidos. Para evitar interferências, as frequências do VTX são atribuídas pelo organizador, e a potência de saída do VTX é limitada a 25 mW. Os pilotos preparam por conta própria seus ESCs, controladores de voo, motores, hélices e receptores, enquanto os árbitros inspecionam os drones quanto à segurança e à conformidade técnica.

Os pilotos que pontuam em qualquer etapa do campeonato ganham o direito de participar da World Drone Cup internacional. Acho animador ver a corrida FPV na Turquia ganhar uma estrutura tão sistemática, e espero que esse interesse também traga novos pilotos para o lado do hobby.

Fonte: DHA
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Um toothpick 1S de 3 polegadas de 49 g que dá para montar em 30 minutos

Oscar Liang tem um guia de montagem para um pequeno toothpick analógico 1S de 3 polegadas que me agrada muito como piloto de parque. Ele diz que as montagens 1S de 3 polegadas se tornaram algumas de suas favoritas nos últimos anos, em parte porque as regras para drones ficam cada vez mais rígidas. Normalmente pesam menos de 50 g, são muito silenciosas e não precisam de muito espaço para voar.

A versão dele pesa só 49 g com a bateria e ainda assim consegue mais de cinco minutos de voo. Uma configuração 1S não tem muita força, mas ele acha o desempenho respeitável para o tamanho, e o baixo ruído permite voar em muitos lugares sem incomodar os vizinhos.

O que torna a montagem rápida é que tudo é plug and play, sem solda nem configuração complicada. Ele simplesmente pegou a eletrônica de um BetaFPV Air65 ou Air75 Tiny Whoop, especificamente a FC Matrix 5-em-1, a câmera FPV e a cobertura, e instalou em um chassi Crux3 de 3 polegadas. O kit com chassi, motores Happymodel 1202.5 11500KV e hélices Gemfan 3018-2 veio do AliExpress, e ele lista as peças separadamente caso o kit não esteja disponível. Além disso, você precisa de quatro parafusos M2 e porcas de nylon para a cobertura, um elástico para prender a bateria e um pedaço pequeno de espuma.

Uma dica que gostei: ele costuma fixar só os dois parafusos diagonais dos motores, em vez de todos os quatro. É firme o suficiente e economiza um pouco de peso, e o elástico ainda serve como suporte para os fios dos motores.

Para quem mora na cidade e quer entrar no FPV de forma tranquila, este projeto parece muito acessível.

Fonte: Oscar Liang
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Betaflight Configurator 2026.6 traz um assistente de alinhamento da FC

Se você já montou uma controladora de voo de cabeça para baixo ou girada e depois teve que lidar com desvios de rolagem, arfagem e guinada, esta notícia é para você. Segundo Oscar Liang, a versão mais recente do Betaflight Configurator (2026.6) inclui um assistente de alinhamento da FC que calcula automaticamente a orientação correta da placa.

Por que isso importa: a maioria das FCs tem uma seta impressa mostrando para onde o Betaflight considera a frente. Às vezes não dá para instalar dessa forma. Talvez você precise que a porta USB ou o slot do cartão SD fique mais acessível, a placa esteja invertida ou inclinada em 45 graus, o que é comum em micro quads e Tiny Whoops. Um alinhamento errado pode fazer o quad não decolar, capotar logo após armar ou disparar para cima assim que você mexe no acelerador.

O assistente fica no configurador baseado em navegador, em Sensors, como auto-detect board alignment. Talvez seja preciso calibrar o acelerômetro antes. Depois de apertar Start, você deixa o quad na horizontal com a câmera virada para longe de você, inclina o nariz para baixo e o traz de volta ao nível, inclina para o lado e nivela de novo, e por fim gira em torno do eixo de guinada. O Betaflight mede a resposta do acelerômetro, calcula o alinhamento, e você clica em Apply.

O lembrete do artigo de que mais gostei é verificar o resultado antes de colocar as hélices. Na página Setup, mexa o quad de verdade e observe o modelo 3D. Se ele se mover no sentido errado, não voe; execute o assistente de novo.

É um recurso pequeno, mas elimina uma etapa confusa para iniciantes, e quem já tem experiência também economiza alguns minutos.

Fonte: Oscar Liang
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Invasão do BETAFPV P1 Air Unit: vídeo alheio pelo rádio digital

Saiu no Habr uma análise detalhada do transmissor de vídeo digital BETAFPV P1 Air Unit. O autor explica que o mercado de sistemas de vídeo FPV tinha poucos fabricantes digitais, que dava para contar nos dedos de uma mão: DJI, Walksnail, HDZero e Siyi. Agora BETAFPV, HGLRC e outros também lançaram seus sistemas, e os entusiastas logo perceberam que todos usam as mesmas placas com chips Artosyn.

Dentro do P1 Air Unit há um SoC Artosyn AR9311 rodando Linux 4.9 e BusyBox, enquanto o enlace de rádio fica a cargo de um chip AR8030 separado, com FreeRTOS. O autor encontrou uma UART com console root, e a senha acabou sendo achada entre algumas variantes baseadas no contexto. É exatamente o tipo de caso em que o fabricante, aparentemente, não esperava que alguém olhasse por dentro.

A parte mais interessante vem depois. Substituir o fluxo inteiro do codificador não funcionou: os óculos até decodificam, mas não de forma estável. Então o autor usou LD_PRELOAD para interceptar a função que envia os quadros ao codificador H.265 de hardware, trocando os pixels na entrada dele. Assim, os óculos exibem uma imagem alheia como se viesse da câmera original. Um detalhe curioso é que o codificador comprime cada quadro de 1080p em duas faixas independentes (1920×560 e 1920×552), provavelmente para manter a latência baixa.

Acho que esse tipo de artigo é útil até para quem só pilota: mostra como são feitos os novos sistemas digitais baratos e por que são tão fáceis de estudar. Quem se interessa por engenharia reversa deve ler o texto inteiro.

Fonte: Habr
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DJI Avata 360: o que se sabia antes do lançamento do primeiro FPV com câmera 360°

Antes do lançamento oficial, marcado pela DJI para 26 de março de 2026, o PickDrones reuniu o que vazou sobre o Avata 360, e achei o panorama interessante para quem acompanha o mundo FPV. Vale deixar claro: nada disso era confirmado pela DJI na época do texto, que é de 4 de março.

A proposta é ser o primeiro drone FPV da fabricante com câmera 360°, seguindo a linha DJI FPV e Avata. Os vazamentos apontavam vídeo panorâmico em 8K/60fps com HDR e um possível modo de câmera única, em que o sensor principal funcionaria como uma câmera convencional. O peso seria um pouco maior que o do Avata 2, que tem 377 g.

Também se falava em transmissão O4, desenho de cinewhoop com proteção esférica completa nas hélices e de quatro a seis sensores de obstáculos frontais. Os preços estimados na China eram de 2.988 yuans só com o drone e a bateria, 3.988 com o controle RC 2 e 5.688 no Fly More Combo, além de um combo com o DJI Goggles N3 por volta de 1.200 dólares. O principal concorrente seria o Insta360 Antigravity A1, em torno de 1.599 dólares, e o Avata 360 custaria menos da metade.

Para o Brasil, o autor estimava de R$ 4.000 a R$ 5.500 para o modelo básico. Ele lembra ainda que, acima de 250 g, é preciso registro na ANAC e seguro, e que o voo em FPV exige contato visual direto ou um observador.

Pessoalmente, gosto de ver a categoria de cinewhoops ganhando uma opção tão acessível, mas como boa parte do texto é baseada em vazamentos, vale conferir as especificações finais no site da DJI antes de decidir qualquer compra.

Fonte: PickDrones
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Simulador FPV gratuito permite voar por escaneamentos 3D reais

Por meio do Dronewatch encontrei um simulador FPV que quero compartilhar. O ShramkoGSFPV é gratuito, roda direto no navegador e foi criado pelo desenvolvedor polonês Andrii Shramko. O diferencial é que você não voa em um ambiente de simulação feito sob medida, e sim em escaneamentos 3D de lugares reais, como prédios e ruas. O projeto ainda está na fase alfa.

Os escaneamentos são feitos com Gaussian Splatting, uma técnica em que um ambiente é formado por uma enorme quantidade de pequenos "splats" 3D, em vez de uma malha de polígonos comum. As cenas vêm do SuperSplat, a plataforma da PlayCanvas. No início de outubro, segundo o criador, mais de 1.300 escaneamentos públicos já estavam disponíveis para carregar. No Liftoff ou no VelociDrone você voa em ambientes criados para o simulador, então a proposta aqui é diferente.

O modelo de voo é um quadricóptero simulado de verdade, por padrão um cinewhoop de 2,2 polegadas no estilo do BetaFPV Pavo20 Pro, além de outros cinco presets, incluindo o Meteor65 Pro e o Air65. Você pode usar as curvas de taxa Betaflight, Actual, KISS e Raceflight e até importar um diff do Betaflight para aproveitar suas próprias configurações de taxa e PID. Um transmissor EdgeTX é conectado por USB usando WebHID, embora esse suporte ainda esteja em teste.

Um escaneamento não vem com colisões automaticamente. O simulador resolve isso com um modelo de voxels que funciona como paredes invisíveis, e você pode remover pedaços flutuantes ou "paredes fantasmas" dos dados de colisão, ou desligar as colisões por completo. Também é possível importar um escaneamento próprio, por exemplo feito com seu drone, smartphone ou câmera 360.

Gostei especialmente da ideia de escanear um local com antecedência e treinar sua trajetória de voo em casa, o que parece muito útil para pilotos de cinewhoop. Você precisa de um navegador com WebGPU, por enquanto principalmente Chrome ou Edge. O código é open source no GitHub, sob licença MIT.

Fonte: Dronewatch
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Piloto de drone FPV de 15 anos conquista o primeiro título na classe Pro da JDL

Li a notícia de que Yuki Yamamoto, piloto de drone de corrida FPV de 15 anos e aluno do ensino médio, venceu a classe Pro na 6.ª etapa da 2025 JAPAN DRONE LEAGUE (JDL), realizada em 21 de setembro de 2025 no Sky Ground, em Kato, província de Hyogo. É uma notícia do outono de 2025, mas o desempenho de um piloto tão jovem me marcou, por isso compartilho.

Mais de 50 pessoas participaram. Yamamoto se classificou em primeiro nas qualificatórias, passou pela semifinal e superou os rivais na bateria final. O segundo lugar ficou com Rikuto Nakazawa e o terceiro com Takahiro Kodaka. Foi seu primeiro campeonato em cinco anos de JDL, e ele comentou: "Finalmente cheguei ao topo".

Logo antes, de 12 a 14 de setembro, Yamamoto também competiu no 2025 MultiGP European Championship, em Aichtal, na Alemanha. Nesse evento, com 86 pilotos de 18 países, ele se classificou em sétimo, avançou para a A-Main (os 16 melhores) e terminou em 15.º. A viagem foi financiada por vaquinha online: cerca de 1,03 milhão de ienes arrecadados de 111 pessoas. Em 2024, ele representou o Japão no Campeonato Mundial da FAI, em Hangzhou, na China, e a equipe terminou em terceiro no mundo.

O drone de corrida FPV é muitas vezes chamado de "a F1 do céu": os pilotos voam olhando a imagem da câmera de bordo pelos óculos e chegam a mais de 200 km/h em percursos tridimensionais. A participação de pessoas dos 10 aos 70 e tantos anos também é parte do encanto. Espero que a cena nacional continue crescendo.

Fonte: DRONE.jp