As cinco revoadas de dragões de D&D: World of Warcraft e o que torna cada uma perigosa
A D&D Beyond está a apresentar o próximo livro D&D: World of Warcraft, e um artigo recente percorre as cinco revoadas de dragões. Achei uma boa visão geral para quem pensa em fazer uma campanha em Azeroth.
A história é simples: cinco proto-dragões ajudaram o titã Tyr a lutar contra Galakrond e tornaram-se os primeiros Aspetos dos Dragões. Mais tarde, os seus guardiões alteraram os ovos dos proto-dragões para que as crias correspondessem aos Aspetos, e assim surgiram as cinco revoadas.
O que salta à vista para um Mestre de Masmorras é que cada revoada tem o seu próprio sopro e um truque distinto. Os dragões negros, ligados a Neltharion (Deathwing), usam o Sopro de Magma e uma ação lendária de Erupção Piroclástica. Os azuis, guardiões arcanos de Malygos e agora de Kalecgos, têm um Sopro de Congelamento Arcano que pode impedir um conjurador de lançar feitiços até ao próximo turno do dragão. Os dragões de bronze, seguidores de Nozdormu, empunham a ação lendária Areias do Tempo, que inflige Exaustão, e os alvos exaustos aparentam ter mais 3d10 anos. Os verdes, liderados por Merithra, têm um Sopro de Gás Esmeralda e a opção Banimento Onírico, que envia criaturas para um demiplano inofensivo. Os vermelhos, a revoada de Alexstrasza, trazem um Sopro de Fogo Devastador e uma ação de Chama Renovadora que concede pontos de vida temporários e termina condições.
O artigo menciona ainda que o livro inclui fichas de mais de 50 novos monstros e de mais de 25 facções, e que um Pacote gratuito de Acompanhamento para Mestres de Masmorras acrescenta dois encontros de nível 5 em Dire Maul e um mapa de jogo rápido.
Pessoalmente, gosto que as revoadas não sejam simplesmente boas ou más. A maioria dos proto-dragões é neutra, e o artigo sublinha que até os azuis nobres podem ser mentores, enquanto alguns negros continuam hostis, o que deixa muito espaço para o roleplay à mesa.
Fonte: D&D Beyond
A história é simples: cinco proto-dragões ajudaram o titã Tyr a lutar contra Galakrond e tornaram-se os primeiros Aspetos dos Dragões. Mais tarde, os seus guardiões alteraram os ovos dos proto-dragões para que as crias correspondessem aos Aspetos, e assim surgiram as cinco revoadas.
O que salta à vista para um Mestre de Masmorras é que cada revoada tem o seu próprio sopro e um truque distinto. Os dragões negros, ligados a Neltharion (Deathwing), usam o Sopro de Magma e uma ação lendária de Erupção Piroclástica. Os azuis, guardiões arcanos de Malygos e agora de Kalecgos, têm um Sopro de Congelamento Arcano que pode impedir um conjurador de lançar feitiços até ao próximo turno do dragão. Os dragões de bronze, seguidores de Nozdormu, empunham a ação lendária Areias do Tempo, que inflige Exaustão, e os alvos exaustos aparentam ter mais 3d10 anos. Os verdes, liderados por Merithra, têm um Sopro de Gás Esmeralda e a opção Banimento Onírico, que envia criaturas para um demiplano inofensivo. Os vermelhos, a revoada de Alexstrasza, trazem um Sopro de Fogo Devastador e uma ação de Chama Renovadora que concede pontos de vida temporários e termina condições.
O artigo menciona ainda que o livro inclui fichas de mais de 50 novos monstros e de mais de 25 facções, e que um Pacote gratuito de Acompanhamento para Mestres de Masmorras acrescenta dois encontros de nível 5 em Dire Maul e um mapa de jogo rápido.
Pessoalmente, gosto que as revoadas não sejam simplesmente boas ou más. A maioria dos proto-dragões é neutra, e o artigo sublinha que até os azuis nobres podem ser mentores, enquanto alguns negros continuam hostis, o que deixa muito espaço para o roleplay à mesa.
Fonte: D&D Beyond
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