Theropods: dinossauros, uma caçadora e um astronauta, sem uma única fala
Entre os lançamentos independentes deste verão, Theropods me chamou a atenção depois que li a análise da Gamereactor França. É uma aventura point-and-click em pixel art sobre amizade e dinossauros, disponível para PC na Steam desde 20 de agosto de 2026, publicada pela Dionous Games.
O que mais me marcou foi a história de sua criação. O jogo é obra da Lost Token, uma equipe de três pessoas que trabalhou nele por mais de dez anos. Seus criadores, Kostas Skiftas e Sarah Duffield-Harding, vêm da animação e não do design de jogos, e isso se percebe no cuidado com as animações desenhadas à mão.
A história se passa na pré-história, quando humanos e dinossauros convivem. Depois da queda de um meteoro, a aldeia de uma caçadora ruiva é atacada por uma tribo sanguinária. Ao mesmo tempo, um astronauta cai nesse mundo e procura um jeito de voltar para casa. As duas personagens se unem para salvar os aldeões, e tudo isso é contado sem nenhum diálogo ou texto.
Na jogabilidade, você coleta objetos para usá-los sozinhos ou combiná-los. O inventário raramente passa de três ou quatro itens, e a maioria dos quebra-cabeças cabe em uma única tela. A tecla H revela todos os pontos de interação, e não há sobrevivência nem situações de falha. O analista diz que quase nunca ficou travado.
Os pontos fortes citados são a pixel art, a música, a história e a criatividade das soluções. Os fracos: o jogo é curto, de duas a três horas, bastante fácil, e a parte jogável parece ficar em segundo plano, talvez de propósito. A Gamereactor França dá nota 8/10. Pessoalmente, gosto da ideia de uma aventura pequena e tranquila que se dá tempo para contar uma amizade sem dizer uma palavra.
Fonte: Gamereactor França
O que mais me marcou foi a história de sua criação. O jogo é obra da Lost Token, uma equipe de três pessoas que trabalhou nele por mais de dez anos. Seus criadores, Kostas Skiftas e Sarah Duffield-Harding, vêm da animação e não do design de jogos, e isso se percebe no cuidado com as animações desenhadas à mão.
A história se passa na pré-história, quando humanos e dinossauros convivem. Depois da queda de um meteoro, a aldeia de uma caçadora ruiva é atacada por uma tribo sanguinária. Ao mesmo tempo, um astronauta cai nesse mundo e procura um jeito de voltar para casa. As duas personagens se unem para salvar os aldeões, e tudo isso é contado sem nenhum diálogo ou texto.
Na jogabilidade, você coleta objetos para usá-los sozinhos ou combiná-los. O inventário raramente passa de três ou quatro itens, e a maioria dos quebra-cabeças cabe em uma única tela. A tecla H revela todos os pontos de interação, e não há sobrevivência nem situações de falha. O analista diz que quase nunca ficou travado.
Os pontos fortes citados são a pixel art, a música, a história e a criatividade das soluções. Os fracos: o jogo é curto, de duas a três horas, bastante fácil, e a parte jogável parece ficar em segundo plano, talvez de propósito. A Gamereactor França dá nota 8/10. Pessoalmente, gosto da ideia de uma aventura pequena e tranquila que se dá tempo para contar uma amizade sem dizer uma palavra.
Fonte: Gamereactor França
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