Feira do Livro de Frankfurt 2026: IA e comércio de direitos autorais em destaque
A Feira do Livro de Frankfurt, considerada a maior feira de livros do mundo, foi oficialmente aberta na quarta-feira, 7 de outubro de 2026, na Alemanha. Segundo reportagem da ANTARA, o evento reúne mais de 4.000 editoras de mais de 100 países e regiões. A feira vai até domingo, 11 de outubro, no Messe Frankfurt, e deve receber mais de 230.000 visitantes. A feira foi realizada pela primeira vez em 1949.
Segundo os organizadores, a programação deste ano se concentra em vários temas: crises e conflitos internacionais, aplicação e regulamentação da inteligência artificial (IA), comércio de direitos autorais, literatura infantojuvenil e audiolivros. Há seminários, fóruns, apresentações, sessões de autógrafos e leituras, para que editoras, escritores e a mídia troquem ideias e os leitores possam encontrar os autores pessoalmente.
A reportagem dá atenção especial ao pavilhão conjunto com a China, de 336 metros quadrados, que exibe mais de 3.000 títulos e mais de 4.600 livros selecionados. O pavilhão reúne exposição de livros, negociações de direitos autorais, intercâmbio cultural e experiências interativas. As instituições chinesas de edição e cultura realizarão 55 eventos durante a feira, de seminários temáticos e diálogos com autores a assinaturas de acordos de cooperação em direitos autorais e lançamentos de novos livros.
Como leitor que acompanha o mundo da escrita, tenho interesse em duas questões. A primeira é como a IA será discutida entre editoras e autores numa feira cujo negócio principal é a compra e venda de direitos autorais. A segunda é o destaque dado à literatura infantojuvenil e aos audiolivros, que mostra que o jeito de as pessoas apreciarem histórias continua evoluindo. Espero que a Indonésia também se torne mais ativa na apresentação de seus escritores em eventos como este.
Fonte: ANTARA News
Segundo os organizadores, a programação deste ano se concentra em vários temas: crises e conflitos internacionais, aplicação e regulamentação da inteligência artificial (IA), comércio de direitos autorais, literatura infantojuvenil e audiolivros. Há seminários, fóruns, apresentações, sessões de autógrafos e leituras, para que editoras, escritores e a mídia troquem ideias e os leitores possam encontrar os autores pessoalmente.
A reportagem dá atenção especial ao pavilhão conjunto com a China, de 336 metros quadrados, que exibe mais de 3.000 títulos e mais de 4.600 livros selecionados. O pavilhão reúne exposição de livros, negociações de direitos autorais, intercâmbio cultural e experiências interativas. As instituições chinesas de edição e cultura realizarão 55 eventos durante a feira, de seminários temáticos e diálogos com autores a assinaturas de acordos de cooperação em direitos autorais e lançamentos de novos livros.
Como leitor que acompanha o mundo da escrita, tenho interesse em duas questões. A primeira é como a IA será discutida entre editoras e autores numa feira cujo negócio principal é a compra e venda de direitos autorais. A segunda é o destaque dado à literatura infantojuvenil e aos audiolivros, que mostra que o jeito de as pessoas apreciarem histórias continua evoluindo. Espero que a Indonésia também se torne mais ativa na apresentação de seus escritores em eventos como este.
Fonte: ANTARA News
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